quarta-feira, 14 de março de 2007

HOMOFOBIA - de um cristão para um cristão

Se julgar relevante, reenvie para suas listas, sites e grupos.
Ontem à noite, pelo GNT, assisti a um programa que faz a conexão Nova Iorque - Brasil, onde são discutidos e abordados os últimos assuntos que circularam na imprensa americana. Lucas Mendes analisava a recente onda de apresentadoras lésbicas e casais gays, por grande parte da mídia televisiva à cabo e aberta, na América. Debatiam sobre um casal de lésbicas, que conseguem índices astronômicos de audiência, numa programação de baixo nível e absurdamente vulgar. Falaram à respeito de terem homossexualismo durante vinte e quatro horas diárias na América. Não fizeram juízo de valor, mas eu fiz.
Percebi que o nosso Brasil é um mero papagaio, que repete tudo o que a América disser (aqui falo da mídia inconversa americana, não dos nossos irmãos americanos fiéis). Tudo o que aparece lá, nos filmes, na TV, nos tablóides, nas passarelas de moda, é copiado aqui, e sequer tiram a etiqueta, porque é mais "fashion" com a etiqueta.
Assim é essa onda de homossexualismo que nos afoga, tanto dos prós, quanto dos contra.
Creio que estamos reduzindo a vida a um mero quadrado de opções e atenções: sexo, violência, dinheiro e poder. Tudo o que circula como informação, tudo o que se vive como sociedade, tudo o que se pensa como ser humano, transita nesse espaço de manobras apertado e desinteressante. Analisem comigo: sexo: nos filmes, nas páginas dos provedores de internet, no congresso, nos discursos sapientes do nosso presidente (achar o PONTO G das relações Brasil/América. ..), e até nos nossos púlpitos. Violência: nossos noticiários vêm com um menu de opções: seqüestros, bombas, terrorismo, brigas, protestos, etc. Dinheiro: programas neopentecostais, promessas de prosperidade, empréstimos bancários, propagandas de paraísos alcançáveis. Poder: partidos que ditam as normas, grupos que fazem lobbies no congresso, autoridade dos que gritam mais, dos que saem mais pelados para ganhar programas de tv ou reportagens na CNN, etc.
Assim, nosso mundo virou um mundo quadrangular, mas sem evangelho algum. Nossa temática é a temática da Bolsa de Valores, onde se perde e se ganha de forma passiva. Nada se produz, nada se modifica, realizamos a criação e a destruição do planeta sentados em nossas poltronas e diante de nossos monitores. Num dia o planeta está à beira de um colapso. No outro, os europeus reduzem vinte por cento da fumaça. No outro descobrem outra ameaça, para encontrarem solução em determinada decisão e tratado. E não saímos da poltrona!
Isto também acontece com relação ao caso HOMOSSEXUALISMO NO BRASIL, onde, de doença e aberração comportamental (não faz muito tempo que era considerado assim), transforma-se hoje em orgulho e em virtude nacional. Que progresso! Que beleza! Que maravilha!
Só que agora é tarde para correr e tarde para reclamar. O estrago está feito. E onde foi esse estrago?
O estrago foi nos índices de audiência dos besteiróis gays que assistíamos há alguns anos, dos jurados homossexuais que nos divertiam nas tardes de sábado e domingo, das piadas horríveis dos afeminados nos filmes de piada americanos. Na época, assistíamos, colocávamos nossas crianças para ver, nossos jovens até se divertiam imitando seus trejeitos, e pensávamos que nunca haveria conseqüências colaterais. Elas vieram. Fizemos nossos próprios besteróis tupiniquins, e colocamos toda a nossa sensualidade latina, e deu no que deu: circulem pelas escolas e lugares onde a nova geração circula, e verão a realidade.
O estrago está nas urnas das últimas eleições. Sob o pretexto de votar em candidatos sintonizados com as massas, que tinham visão socialista de mundo, que não eram corruptos e entendiam de gente, deixamos que uma ideologia absurdamente libertina dominasse os pensamentos e as camadas de poder em todas as esferas, e agora eles cobram a fatia do prêmio, ou o despojo de guerra. Colocamos no poder homens e mulheres cujos conceitos morais e sexuais não têm sintonia bíblica. (Talvez nem tivéssemos opção diferente, porque, após as eleições, todo pardo é negro e todo bege é branco, mas fazer o quê...) Agora é tarde para reclamarmos. Onde estão nossos pastores-polí ticos, que infernizavam nossa cabeça, com suas propostas de vitória, de domínio de Cristo, etc? A maioria venceu: onde estão agora, na hora da responsabilidade? Talvez lutando para provar inocência em casos de corrupção, devem estar muito ocupados... Onde estão as denominações evangélicas que chafurdaram na lama do apoio político e fecharam acordos com os políticos que estão no poder? Era para isso que levaram milhões às urnas? Para que sofressem o duro golpe da transformação cultural pró-mundo, de cima para baixo? Cadê a autoridade de vocês, denominações simplórias? Agora é tarde para correr atrás do estrago.
O fruto está aí. Começando na América, um país construído no fundamento bíblico de homens e mulheres que amavam e consagravam suas vidas a Deus, hoje é dominado por uma geração que circula do homossexualismo ao belicismo (o que não é algo especificamente americano, mas de todo o mundo, porém, com evidência e propagação maiores). E ficará a pergunta: o que é melhor, um presidente que bombardeia o mundo, ou um que prega o amor livre e transa com a secretária? Estamos entre a tempestade e o furacão, entre o fogo e o incinerador! Daí copiamos tudo o que nos chega de lá, como fiéis servidores e fiéis escravos da cultura que domina, não porque nos impõem, mas porque somos tão medíocres e sem personalidade, que temos que nos vestir de estrangeiros, por completa ausência de heróis, de propostas, de projetos. Não apenas de americanos, mas de ingleses, de alemães, de mexicanos.
Então, hibridamente, pintamos o homossexualismo internacional com a moda verde-e-amarela, pintamos isso de coisa justa e bonita, e nossos políticos COLOCADOS POR NÓS nos obrigam a cumprir, sob pena de nos prenderem. Aliás, seria melhor cercar o país com grades e muralhas, porque não há mais espaço para cadeias. Ou então aprisionar as pessoas justas, e soltar os bandidos, porque a capacidade dos presídios já estourou. E, por ser uma sociedade corrompida pelo poder do pecado, certamente será mais fácil prender alguém por discordar sexualmente de outro do que por roubar quatro milhões de uma estatal. Aliás, via de regra, quanto maior o roubo, melhor o advogado que se pode contratar...
Como se não bastasse, nossas igrejas e nossos teólogos perdem o equilíbrio e vivem uma neurose, um trauma, um medo e um terror infundados, ao ponto de nos colocarem numa situação de "o mundo acabou!", quando, na verdade, deveriam dizer: "o desafio aumentou".
Hoje o Senado Federal aprovará o famigerado projeto que pune com prisão quem discordar dos homossexuais. Claro, isto é uma maneira simplista de colocar as coisas. Mas não escrevo para explicar o tema, apenas cito a realidade. Quem quiser conhecer o projeto, leia lá, no próprio projeto. Veja http://www.senado. gov.br/sf/ atividade/ Materia/detalhes .asp?p_cod_ mate=79604
Um grupo de escritores se desespera, clama, grita, implora, como se estivéssemos num minuto antes do fim do mundo. A eles eu digo: irmãos, por que se surpreendem? Não foi isso que o Brasil escolheu? Não é essa ideologia que o país abraçou? Não foi assim que nossas grandes denominações orientaram? Agora a realidade está aí, clara, escancarada, para todos verem! O fim do mundo não deveria nos surpreender! As perseguições não deveriam nos assustar. Afinal, estamos mesmo a precisar de uma boa perseguição, porque a igreja brasileira se sujou de tal forma, que está se tornando pejorativo ser evangélico! Às vezes até desejamos que as pessoas não se tornem evangélicas, porque parece que estraga! Preferíamos uma cantora "consuelo" que uma apóstola "do brasil"...
Mas há um outro lado desta questão. É a questão do gay como ser humano.
Acho que o grande esquecido nesta história é o homossexual. O tratamos ou como aberração da natureza, ou como florzinha de Jesus. Ambos os tratamentos são impróprios.
Nem todo homossexual é obceno, pervertido, indecoroso, malicioso. Nem todo homossexual participa de passeatas, faz barulho nas ruas, provoca escândalos nas empresas, destrói o coração da família ou é digno de lamentos. A generalização pode nos levar à morte, pode nos "desrecomendar" como caminho alternativo à nova (i)moralidade. Há homossexuais que o são por falta de papéis absolutos de pai e mãe em suas formações. Há homossexuais que o são por absoluta desconfiança no sexo oposto, devido a traumas sofridos e desilusões conquistadas. Há homossexuais que sofreram abusos, que foram oprimidos, e que encontraram nessa forma de ser ou de sentir, a solução de seus problemas existenciais (ou pseudo-solução, já que estão enganados). Quando nós, cristãos, encaramos os gays como um gênero de monstros, de satânicos, de possessos, de obcenos e sem sentimentos, agimos da mesma forma que o mundo age com os evangélicos: satanizam os cristãos.
Que acolhida encontrarão entre nós? Um dia procurarão as nossas igrejas. E quem encontrarão? Um grupo de juízes, com dedos em riste, de pessoas que esfregarão em suas caras os seus pecados? Ou um grupo de amigos, que não o acusarão meramente, mas serão um ombro amigo, com um abraço sincero, com ouvidos atentos e com uma palavra de paz, de mudança, de amizade e transformação? Sairão de nossos templos tocados, chutados, cuspidos, ou divulgarão que nunca viram ninguém que lhes falasse assim, de forma tão clara, tão definida, tão amorosa!
É hora de tratarmos os gays como gente. É hora de tratarmos os gays como pecadores inconversos, do mesmo jeito que qualquer outro pecador. Aliás, nós, não-gays, também somos pecadores, mas com uma diferença: nos arrependemos e fomos perdoados. É hora de mostrar um outro caminho também aos que quiserem. Volto a dizer: ficou mais difícil para os pais, porque terão que conviver com uma sociedade plurarlista, uma sociedade onde o terceiro sexo é uma realidade; terão que conviver com crianças que aprenderão essas coisas na escola e nas ruas. Nossos adolescentes já vivem com os EMO e com os GÓTICOS, em Portugal com os BETOS, e muitos outros grupos virão. Porém, ou "confiamos no nosso taco", isto é, ou confiamos na educação familiar, cristã, eclesiástica, nos valores que preservamos, conservamos e divulgamos, ou então entregaremos os pontos e declararemos falência! Conversava ontem com um empresário, cujo concorrente começava a trazer preocupações para ele. Então concluímos que, ou confiamos que o que fazemos é relevante, importante ou melhor, ou jogamos a toalha. O que faremos? Graças a Deus ele não jogou a toalha.
O Brasil votou mal, sob o ponto-de-vista cristão. O Brasil decai culturalmente a cada dia. E não venhamos dizer que não somos responsáveis! Quantas TVs de evangélicos não estão ligadas no BBB? Quantos adolescentes nossos não se macularam com RBD ou com a MTV? Quantas esquetes de acampamento não simularam pagodes com rebolação e axé com "danças da garrafa" em seus retiros? Quantos pastores não se valem de piadas profanas em seus encontros, sob a desculpa que "estão só desestressando" ? Quantos cristãos aqui não compram cds piratas? Quantos não falam palavrões? Quantos não condenam o homossexualismo, mas aumentam a audiência dos seriados e dos programas de entretenimento gays? Somos hipócritas! Somos mentirosos! Com a boca ou com as teclas professamos ortodoxia e conservadorismo, mas não temos fundamentos sólidos, porque a prática é diferente da prédica! Agora é a hora da colheita! É hora de agir mais, ainda que na surdina, para que num breve futuro tenhamos uma sociedade cristã diferente e melhor aqui!
Alguém há muito tempo perguntou: "se os cristãos forem perseguidos serão melhores?" E a resposta foi: "se forem melhores, serão perseguidos" . É como o mote publicitário: "tostines é fresquinho porque vende mais ou vende mais porque é fresquinho?" Chegou a hora de sabermos.
Penso que o respeito deve ser intrínseco a cada um de nós. Nós, os pastores, devemos nos fazer respeitados. Para tanto, precisamos ter uma vida de respeito. Nossas igrejas devem ser respeitadas. Nossas doutrinas, nosso modo de vida, nossa moralidade, nossos princípios, nossa posição sexual, tudo isso deve ser respeitado. Então, quem quer respeito, respeita. Não será difícil. Respeitar é digno. E, respeitando, poderemos exigir, pela lei, pela ordem, pela justiça, o respeito devido aos nossos pontos de vista heterossexuais. Cansei da hipocrisia de um discurso moralista no púlpito, e uma vida privada comprometida (vide o caso daquele famoso pregador anti-gay americano, ou pergunte aos membros de sua igreja se já ouviram falar de pastores que adulteraram, que fugiram com a organista ou com a secretária... )
Seremos punidos por sermos heterossexuais e corretos na sexualidade normal? Que sejamos. Seremos presos por causa disso? Que nos prendam. Mas o seremos com classe, com dignidade, com amor, com determinação, com ousadia, com santidade. Não devemos ser criticistas, moralistas baratos de uma mera ideologia sexual, mas cristãos autênticos, semeadores de um reino que não é deste mundo, e de uma modalidade sexual que é apropriada para os filhos de Deus. Devemos voltar às origens, aos padrões estabelecidos pelo nosso criador. A primeira geração de cristãos foi martirizada. Seríamos melhores do que eles?
Temos que tratar os homossexuais com respeito. Os Joões, as Marias e os Sebastiões serão tratados como tais. Se tiverem alcunhas femininos ou "nomes de guerra", poderemos até chamá-los por esses apelidos, enquanto dizemos: "o que você faz está errado; o que você faz não é opção, é pecado; o que você faz não foi projeto do criador". Mas respeitar a liberdade dele para que escolha seu próprio destino, sua própria moral. Devemos primar pelo respeito ao outro, para que ele nos respeite também. Deus odeia o pecado. Mas ama o pecador. Não joguemos fora a água com o bebê.
Nossos filhos crescerão sem medo, preparados para viver sua diversidade num mundo de diversas sexualidades e culturas. Volto a dizer: não pedi isso, não pedimos isso. Estamos colhendo a fraqueza de um povo que votou mal, e que quando esteve no poder, deixou que o quadrado de pecados lhe dominasse (lembram-se de nossa bancada evangélica? Lembram-se das concessões de canais, dos mensalões, dos sanguessugas, etc?). Hoje são poucos cristãos no poder. Será que esses poucos são verdadeiros? Espero que sim.
Quem sabe um dia, e em breve, nosso povo, humilhado pela mão do Senhor, vivendo num mundo inóspito moralmente, sofrendo tantas afrontas e dificuldades, tendo que pisar em ovos para viver e pregar seus conceitos, não volta a votar em gente de bem, gente cristã, gente de Deus, gente que nas últimas eleições foi afogada pelo poder do dinheiro dos marajás, "que ergue e destrói coisas belas", que banca a compra e a construção dos templos, que dá camisa de futebol para o time da igreja e concede ao obreiro programas na TV. Esses cristãos nem tiveram votos, uma vez que não tinham dinheiro para competir, e, mesmo que tivessem, não iriam se prostituir em nome da vitória... Quem sabe esses homens e mulheres de bem, cristãos, dignos, retos, voltam ao poder, e re-mudam o código civil brasileiro, transformando- o novamente não num código cristão opressivo, porque não queremos impor goela abaixo dos não-cristãos o nosso modo de viver, e nem Cristo quer isso, mas um código que respeite valores e limite liberdades, impondo as divisas no direito de cada um ser o que quiser ser e que não agrida o direito do outro de ser também.
Assim, talvez, um dia, neste país, tenhamos uma geração que se beneficie de menos sexo errado, menos poder ilimitado, menos violência em suas relações e menos poder a subir na mente. Então teremos menos igrejas demitindo seus pastores por descobrirem que eram adúlteros ou mafiosos, que mantinham casos indecorosos, e teremos mais igrejas dignas, respeitadas, vistas como manancial de pureza e oásis no deserto moral deste mundo.
Obrigado, Senhor, pelo juízo sobre nós. Permite-nos ter humildade para aceitar as dificuldades enquanto necessário, mas o país logo que possível.
Falando francamente,
representando apenas eu mesmo,
Wagner Antonio de Araújo
ministro do Evangelho,
triste com a nova moral brasileira,
ansioso por ver a maturidade cristã entre nós.
ESCREVAM PARA MIM. bnovas@uol.com. br
está autorizado o reenvio deste artigo para sites, listas, grupos, e-mails, etc. Se julgar conveniente, pode fazê-lo.

A VOTAÇÃO DO Projeto de Lei PL 5003/2001-PLC 122/2006 será na quinta-feira, dia 15

Lobby gay se manifesta em SP

São Paulo - SP: Valendo-se de casos isolados de violência envolvendo homossexuais, o lobby homossexual aproveita para fazer mais um pouco de chantagem emocional e política, e avançar sua agenda, exigindo a criminalização da "homofobia".
Indignado, o lobby gay está preocupado também em impedir a votação do polêmico projeto de lei que cria o "Dia do Orgulho Heterossexual" , proposto pelo vereador Carlos Apolinário... Para eles, orgulho... só gay!
Seria bom se os defensores da liberdade de expressão e religião nos manifestássemos também...
Contato com os vereadores de São Paulo:
Contato com a Prefeitura de São Paulo:
Abaixo, matéria publicada no site pró-gay CMI - http://www.midiaind ependente. org :
Manifestação contra veto do prefeito de São Paulo à lei contra homofobia

Nos últimos meses houve um aumento considerável de casos de agressões a homossexuais em São Paulo. Essa onda de violência ganhou destaque com o caso Ali, um professor universitário que foi agredido por ser homossexual. No entanto, essa não foi a primeira, a segunda ou mesmo a terceira vez que casos como esse acontecem na cidade. Todo dia algo parecido ocorre, desde um caso extremo de agressão quanto casos nos quais com apenas palavras as pessoas são discriminadas. Enquanto isso, o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (PFL) vetou um projeto de lei que pune a homofobia, alegando ser de competência federal e estadual o assunto, e não do município.
De acordo com o manifesto produzido pelas entidades e movimentos por direitos GLBTT "o recente veto do prefeito Gilberto Kassab à lei que penalizaria a discriminação deixou os paulistanos mais expostos à violência homofóbica, uma vez que essa negativa reforça as práticas daqueles que vitimizam GLBTTs e cria um discurso contra os Direitos Humanos dessa população". Uma manifestação está sendo chamada amanhã, dia 14 de março, às 14 horas em frente à Câmara dos Vereadores, no Viaduto Jacareí, 100, na região central da cidade. O protesto "São Paulo diz não à homofobia!" será contra o veto do prefeito e a favor da rápida tramitação do novo projeto de lei, que altera dispositivos citados no veto do Kassab.
Chamado para a manifestação:: São Paulo diz não à homofobia
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Comentários


Homofobia é um direito
direitos humanos 14/03/2007 02:18

A homofobia é um direito, um direito humano. As pessoas têm o direito de dizer o que pensam, ainda que isso incomode os promotores do fascismo gay.

Ou é só eles (vocês) que podem?

«Lei da homofobia» no Brasil implicaria perseguição religiosa

Projeto de Lei está para ser votado no Senado Federal

BRASÍLIA, terça-feira, 13 de março de 2007 (ZENIT.org).- Está pronto para votação no Senado Federal brasileiro o projeto de «lei da homofobia» (PLC 122/2006). A proposta, iniciada na Câmara dos Deputados (PL 5003-B, de 2001), pretende punir como crime qualquer tipo de reprovação ao homossexualismo.

Segundo explica a advogada e presidente da Federação Paulista dos Movimentos em Defesa da Vida, Maria das Dores Dolly Guimarães, «além dos direitos previstos na Constituição para todas as pessoas, o homossexual, pelo simples fato de ser homossexual, ganhará privilégios».

«O homossexualismo deixará de ser um vício para ser um mérito. E quem ousar criticar tal conduta será tratado como criminoso», afirma.

A advogada enfatiza ainda que «os primeiros a sofrerem perseguição serão os cristãos», citando como exemplos alguns artigos da lei.

«A proposta pretende punir com 2 a 5 anos de reclusão aquele que ousar proibir ou impedir a prática pública de um ato obsceno (“manifestação de afetividade”) por homossexuais (art. 7°)», explica a jurista.

Na mesma pena incorrerá a dona-de-casa que dispensar a babá que cuida de suas crianças após descobrir que ela é lésbica (art. 4°).

«A conduta de um sacerdote que, em uma homilia, condenar o homossexualismo poderá ser enquadrada no artigo 8°, (“ação [...] constrangedora [...] de ordem moral, ética, filosófica ou psicológica”)», explica.

«A punição para o reitor de um seminário que não admitir o ingresso de um aluno homossexual está prevista para 3 a 5 anos de reclusão (art. 5°).»

O projeto, aprovado na Câmara em 23 de novembro de 2006, agora está em tramitação no Senado Federal, pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH).

A relatora, Senadora Fátima Cleide (PT/RO), deu parecer favorável à proposta no dia 7 de março passado.

A presidente da Federação Paulista dos Movimentos em Defesa da Vida questiona a lei recordando que o Código Penal brasileiro já ampara quem se sentir alvejado em sua honra.

ZP07031315

Contos de fadas homossexuais para estudantes britânicos

Em breve, essa moda chegará ao Brasil (se é que ainda não chegou). Alguém duvida? Chegará pelas mãos de ativistas gays de esquerda (sobretudo do PT), e, para variar, os cristãos eleitores de Lula e do PT se calarão, como estão calados (com honrosas exceções) diante da iminente aprovação da "Lei contra a Homofobia", que poderá levar para a cadeia o pastor ou padre que, por exemplo, ousar fazer uma prédica em que critique o homossexualismo ou impedir que "casais" gays troquem carícias dentro do templo ou de suas dependências.

14/03/2007
Contos de fadas homossexuais para estudantes britânicos
Reis homossexuais, mães lésbicas e pingüins gays - esses são os protagonistas de um novo tipo de livro escolar para crianças britânicas. Projeto piloto tem como objetivo gerar tolerância sexual entre os pequenos, mas seus pais não estão gostando

Da Der Spiegel

Era uma vez um príncipe que estava procurando sua futura rainha. Ele foi apresentado a uma princesa, duas princesas... e se apaixonou por outro príncipe. Eles se casaram em uma linda cerimônia e viveram juntos felizes para sempre. Parece uma comédia gay underground? Não é - o texto em questão é de um livro escolar.

Os alunos no Reino Unido aprendem sobre a diversidade sexual e estruturas familiares alternativas desde muito cedo. Um esquema piloto patrocinado pelo Estado em 14 escolas elementares - freqüentadas por crianças de quatro a 11 anos - está gerando problemas por sua mensagem sexual liberal.

Pais conservadores e grupos religiosos temem que histórias como essa, dos dois príncipes apaixonados, possam corromper moralmente as crianças e promover a homossexualidade. "Não me incomodo com o que adultos fazem em consenso mútuo, mas não tenho certeza que isso deva ser imposto às crianças", diz Andy Hebberd, fundador do grupo Organização de Pais.

Os responsáveis pelo projeto, chamado "No Outsiders", dizem que os livros corrompem tanto a moral quanto Cinderela - o amor, não o sexo, está no coração da questão. As crianças não têm problema com isso, mas seus pais sim, diz Mark Jennett, responsável pelo treinamento dos professores. "O problema não vem das crianças, mas da ansiedade dos adultos."

Além de "King & King" (rei e rei), haverá outros livros com pais de mesmo sexo. "Tango Makes Three" (Tango faz três) apresenta um filhote de pingüim com dois pais, enquanto "Spacegirl Pukes" é um livro de fotografias sobre duas mães que enviaram sua filha em uma viagem espacial. Os textos constam da lista recomendada para as crianças nas escolas.

"A coisa mais importante nesses livros é refletir a realidade das crianças. Sou formada em literatura infantil e sei como é poderosa para formular os valores sociais e promover o desenvolvimento emocional", disse a diretora do projeto, Elizabeth Atkinson, ao "The Observer" no domingo (11/3).

Ela acrescentou que livros escolares tradicionais - que não incluem relacionamentos homossexuais - "silenciam uma mensagem social" e podem levar as crianças a serem alvos de provocação na escola mais tarde, se forem homossexuais ou assim consideradas.

Se tiver sucesso, o esquema será estendido por todo o país. Ele conta com um patrocínio de 600.000 libras (em torno de R$ 2,4 milhões) do Conselho de Pesquisa Social e Econômica do governo e tem o apoio do Sindicato Nacional de Professores e Conselho Geral de Ensino.

Enquanto Jennett chama o "No Outsiders" de "vanguarda", Simon Calvert, do Instituto Cristão, acredita que a maioria dos pais ficaria "abismada" com os personagens gays. Ao promover ativamente a homossexualidade nas escolas, o "No Outsiders" está voltando a uma antiga batalha legal, disse ao Observer.

O parágrafo em questão é a seção 28, uma emenda do Ato de Governo Local de 1988 que proibiu as escolas e autoridades locais de "promoverem a homossexualidade" ou sua aceitação como "relacionamento familiar pretendido". O parágrafo foi publicado em resposta a uma publicação escolar chamada "Jenny Lives with Eric and Martin" (Jenny mora com Eric e Martin), que gerou um debate raivoso quando foi publicado, há vinte anos.

Mas os tempos mudaram, e o governo liberal de Tony Blair tem sido muito mais tolerante com a homossexualidade que seus predecessores. A seção 28 foi revogada em 2003 e o casamento homossexual legalizado em 2005. O projeto "No Outsiders" é a primeira tentativa em grande escala de colocar livros sexualmente tolerantes de volta à lista de leitura recomendada às crianças - mas talvez sejam seus pais que precisem de professores de tolerância.

Tradução: Deborah Weinberg

terça-feira, 13 de março de 2007

Mais um pastor uzbeque é preso. Ore por ele!

"Não andem ansiosos por coisa alguma, mas em tudo, pela oração e súplicas, e com ação de graças, apresentem seus pedidos a Deus."
Filipenses 4.6

Durante todo o tempo que tenho trabalhado aqui na Portas Abertas, tenho visto que o que nossos irmãos perseguidos mais pedem é oração. Vi essa afirmação ser feita pelas pessoas que viajam ao campo para visitá-los, e também por eles mesmos. Isso porque a ação de Deus traz alívio, ou mesmo um fim, às delicadas situações que a Igreja Perseguida vive.

Esse é o caso do pastor Dmitry do Uzbequistão. Na sexta-feira passada ele foi condenado a quatro anos de reclusão em uma penitenciária agrícola. O seu crime foi ter trabalhado como evangelista no país. Aqui você encontra pedidos de intercessão pelo pastor Dmitry, para você orar e divulgar em sua igreja e reuniões de oração. Se você quiser saber mais a fundo o caso do pastor Dmitry, clique aqui.

Outro cristão que precisa muito de suas orações é Nguyen Van Dai, do Vietnã. Ele é um ativista de direitos humanos e foi preso na terça-feira passada pela polícia vietnamita (veja aqui os detalhes). Sabemos que os presos do Vietnã, principalmente os presos por motivos políticos, são duramente tratados. Van Dai precisa de suas orações para resistir.

Por fim, lembre-se dos curdos. Começamos nossa campanha de oração nesse domingo passado, e temos colocado pedidos em nosso site diariamente. Aqui você pode ver os últimos pedidos, e conhecer um pouco mais sobre esse povo. Mobilize mais pessoas para interceder por eles!

Bem, estão aí alguns pedidos da Igreja Perseguida. Agora, ela conta com você para apresentá-los também diante de Deus em oração.

Uma boa semana,

Daila Fanny
Editora

PS: Uma forma de fazer com que mais irmãos orem pela Igreja Perseguida é indicar um amigo para receber esse e-mail semanal. Clique aqui e faça sua indicação!