sexta-feira, 13 de abril de 2007

Disneylândia abre as portas para ‘casamentos’ homossexuais

GARY GENTILE

LOS ANGELES (AP) — Casais homossexuais que quiserem realizar cerimônias de casamento em frente do Castelo de Cinderela agora têm a chance.

A Companhia Walt Disney limitava seu programa de casamentos de Contos de Fada a casais que tinham licenças válidas de casamento, mas está agora disponibilizando em seus parques cerimônias para casais gays também.

“Cremos que essa mudança é coerente com a antiga política da Disney de dar boas vindas a todos os convidados num ambiente inclusivo”, disse sexta o porta-voz Donn Walker do Disney Parks and Resorts. “Queremos que todos os que chegam para celebrar uma ocasião especial na Disney se sintam bem vindos e respeitados”.

Há anos, grupos sem ligação com a Disney realizam anualmente celebrações de “dias gays” nos parques da Disney. Os diretores da Disney adotam uma atitude tolerante para com essas celebrações, permitindo que os promotores de festas aluguem os parques e não aceitando a condenação de grupos religiosos contra a Disney.

Em 2005, os batistas do sul terminaram um boicote de 8 anos contra a Walt Disney por violar “a justiça moral e os valores tradicionais de família”.

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com.br

Fonte: http://www.breitbart.com/article.php?id=D8OB8TU80&show_article=1


# posted by Julio Severo : 5:12 PM

Psiquiatra infantil acusado de abusar sexualmente de meninos

KIM CURTIS

SAN MATEO, Califórnia, EUA (AP) — Um psiquiatra infantil que no passado dirigiu a Academia Americana de Psiquiatria Infantil e Adolescente foi preso em meio a alegações de que ele abusava sexualmente de pacientes do sexo masculino desde a década de 1960.

O Dr. William Ayres, de 75 anos, foi preso quinta em seu lar em San Mateo e acusado de 14 crimes graves de atos imorais e lascivos com um menino de menos de 14 anos.

Ele é acusado de tocar sexualmente três meninos repetidamente entre 1991 e 1996 enquanto eles eram seus pacientes, de acordo com a queixa. O estatuto legal de limitações para tais crimes é de 10 anos ou até que a vítima faça 28 anos. As vítimas alegadas têm agora 21, 25 e 26.

“Há muitas outras vítimas que não podem se manifestar legalmente porque seu tempo expirou, conforme dita o estatuto de limitações” disse sexta a promotora pública Melissa McKowan. Ela declarou que o testemunho dessas outras vítimas seria usado no julgamento para mostrar que o psiquiatra tinha um padrão de comportamento. O caso mais antigo que ela conhecia data de 1969, quando o psiquiatra abusou de um menino.

Ayers, um famoso psiquiatra que se aposentou em 2006, havia sido honrado em 2002 pela junta de supervisores de San Mateo com um prêmio de realização durante sua vida inteira por “seus esforços incansáveis para melhorar a vida de crianças e adolescentes”. Ele também foi presidente da Academia Americana de Psiquiatria Infantil e Adolescente de 1993 a 1995.

A prisão dele ocorreu depois de uma investigação que durou 4 anos.

“A tragédia real aí é que os pais confiaram nesse médico e lhe entregaram seus filhos para que ele os ajudasse, mas as crianças acabaram se tornando vítimas enquanto estavam sob os cuidados dele”, disse o Capitão Mike Callagy da polícia de San Mateo. “Isso é tão trágico”.

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com.br

O resto da notícia, em inglês, encontra-se aqui.


# posted by Julio Severo : 10:12 AM

Especialistas da ONU traçam documento reinterpretando 29 direitos legais internacionais para que todos incluam direitos homossexuais

Samantha Singson

NOVA IORQUE, EUA, 12 de abril de 2007 (C-FAM.org) — No final de março, um grupo homossexual que abriga muitas entidades gays apresentou oficialmente um documento de direitos homossexuais no Conselho de Direitos Humanos da ONU em Genebra. Os autores desse documento são vários especialistas de direitos humanos da ONU. O documento afirma que até mesmo crianças bem novas têm a capacidade de discernir sua sexualidade, acrescentando que os governos têm a obrigação de proteger a liberdade de as crianças expressarem essa identidade.

O documento exige que as leis internacionais e as leis de cada país sejam revisadas para refletir essas e outras idéias extremamente radicais de políticas sociais.

Chamado de Princípios de Yogyakarta, o documento faz uma lista de 29 direitos que já existem no direito internacional em vigor, tais como o direito à vida e liberdade de tortura, e reinterpreta cada um para incluir direitos homossexuais. Com base na idéia de que “o direito internacional nas questões de direitos humanos impõe uma proibição absoluta na discriminação com relação ao pleno exercício de todos os direitos humanos”, os Princípios declaram que as nações são legalmente obrigadas a mudar suas constituições e códigos penais para incorporar direitos homossexuais.

Os Princípios também declaram que os governos devem forçar mudanças nos currículos das escolas, facilitando o “acesso” dos que buscam operações de mudança de sexo, “o direito de expressar a identidade ou personalidade, inclusive por meio do jeito de falar, roupas, características físicas, escolha do nome e quaisquer outros meios”, a não discriminação “contra os que buscam asilo com base na orientação sexual ou identidade de gênero” e “o direito de estabelecer uma família, inclusive por meio de acesso à adoção ou procriação assistida (até mesmo por inseminação artificial com doador)”.

De acordo com os Princípios, “entende-se que a orientação sexual se refere à capacidade de cada pessoa ter profunda atração emocional, afetiva e sexual com, e relações íntimas e sexuais com, indivíduos de um gênero diferente ou do mesmo gênero ou mais de um gênero”.

O documento declara que “entende-se que a identidade de gênero se refere à experiência que cada pessoa sente profundamente, de modo interior e pessoal, acerca do gênero, que pode ou não corresponder ao sexo que lhe foi designado na hora do nascimento, inclusive o senso pessoal do corpo (que pode envolver, por livre opção, modificação da aparência ou função física mediante meios médicos, cirúrgicos ou outros meios) e outras expressões de gênero, inclusive roupas, fala e maneirismos”.

Dos 29 especialistas de direitos humanos que traçaram os Princípios, 11 são monitores especiais da ONU com a responsabilidade de monitorar os países membros da ONU com relação à obediência desses países aos documentos da ONU. Os outros especialistas são ex-autoridades da ONU, como a feminista Mary Robinson, ex-Alta Comissária de Direitos Humanos. Os observadores conservadores no Conselho de Direitos Humanos em Genebra contaram noticiário Friday Fax que ao assinar os Princípios de Yogyakarta, “esses monitores da ONU traíram as exigências de imparcialidade e independência que seus mandatos exigem”.

Os conservadores argumentam que ao igualar a orientação sexual e a igualdade de gênero a outras categorias aceitas de discriminação tais como idade, raça e religião, os Princípios representam ameaça para a liberdade de expressão e a liberdade de religião para toda pessoa, organização ou instituição que apresentar uma perspectiva tradicional acerca do casamento e da família. Eles também frisam que o termo “orientação sexual” nunca foi incluído em cláusula alguma dos documentos obrigatórios da ONU. De forma semelhante, os termos “direitos sexuais” e “identidade de gênero” jamais foram incluídos num documento obrigatório da ONU nem definidos pela Assembléia Geral da ONU.

Os Princípios de Yogyakarta concluem pedindo que todos os órgãos da ONU apóiem seus princípios e os incorporem à obra da ONU e pedem ação de todos os níveis governamentais, meios de comunicação e a sociedade civil.

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com.br; www.juliosevero.com

Fonte: LifeSiteNews.com — 29 de março de 2007.

O primeiro país do mundo a apresentar resolução pró-homossexualismo na ONU foi o Brasil, sob o governo petista de Lula. Leitura recomendada:

A Agenda Gay e a Sabotagem dos Direitos Humanos, As Implicações da Linguagem Pró-Homossexualismo nos Documentos das Nações Unidas

Aconteceu em 2003: Ativistas gays ameaçam campanha agressiva para que paí­ses apóiem resolução do Brasil na ONU

Aconteceu em 2004: Governo Lula luta para favorecer homossexualismo na ONU


# posted by Julio Severo : 10:35 AM

O primeiro embate legal entre igreja e homossexualismo na Inglaterra

Bispo anglicano está sofrendo processo porque não quis empregar um homossexual sexualmente ativo para trabalhar com os jovens da igreja

Hilary White

HEREFORD, Inglaterra, 5 de abril de 2007 (LifeSiteNews. com) — Numa ação que poderá se tornar um importante precedente legal para a Lei de Orientação Sexual, que foi aprovada recentemente na Inglaterra, um bispo anglicano está no banco dos réus se defendendo por se recusar a empregar um homem que leva um estilo de vida homossexual ativo.

O Rev. Anthony Priddis, bispo anglicano de Hereford, rejeitou a acusação de discriminação injusta, dizendo que ele se recusou a empregar John Reaney para trabalhar com os jovens da igreja porque Reaney confessou estar envolvido em atividade sexual fora do casamento.

Reaney, de 41 anos, de Llandud-no, de Gales, está processando a Diocese de Hereford, afirmando que ele teve um emprego negado porque ele é homossexual. Sua queixa está recebendo o apoio da entidade homossexual Stonewall, o grupo de lobby político notoriamente anticristão em grande parte responsável pela imposição da Lei de Orientação Sexual.

A “orientação” de Reaney não era a questão, disse o bispo, “mas o estilo de vida do sr. Reaney tem o potencial de causar impacto na liderança espiritual, moral e ética dentro da diocese”.

A doutrina cristã de pureza sexual é ainda o ensino e posição oficial da Igreja da Inglaterra, e o Bispo Priddis disse: “O que está em questão é o estilo de vida, prática e conduta sexual, quer o pretendente a emprego dentro da igreja seja homossexual, heterossexual ou transexual”.

“O ensino da Igreja faz distinção entre orientação sexual e prática e estilo de vida”, disse o Bispo Priddis. “Não cometemos discriminação contra o sr. Reaney por causa da sexualidade. Se assim fosse, nem o chamaríamos para uma entrevista”.

Antes da aprovação da Lei de Orientação Sexual, a Lei de Igualdade de 2006 isentava as organizações religiosas das leis antidiscriminaçã o. As igrejas e organizações religiosas fizeram campanhas contra a aprovação da Lei de Orientação Sexual, dizendo que essa lei daria aos ativistas homossexuais poder para processar os religiosos. Mesmo assim, a lei foi aprovada.

O caso Reaney, que poderá se tornar precedente, é considerado o primeiro dos embates legais que ainda se esperam entre direitos homossexuais e direitos religiosos.

Prepare-se para a guerra

João A. de Souza Filho

Enquanto escrevo este artigo, recebo pelo computador apelos de todo o Brasil por uma mobilização nacional dos crentes contra a lei que pretende ampliar o direito dos gays, lésbicas e simpatizantes que, certamente será aprovada pelo Senado Federal. Os homossexuais estão buscando ampliar o direito à liberdade e a lei que será aprovada pune severamente toda e qualquer pessoa que repreender ou discriminar as manifestações públicas deles.

Além dos direitos previstos na Constituição para todas as pessoas, o
homossexual ganhará privilégios. Pois quem ousar criticar tal conduta será tratado como criminoso. Os primeiros a sofrerem perseguição serão os cristãos e os pregadores. A proposta pretende punir com
2 a 5 anos de reclusão aquele que ousar
proibir ou impedir a prática pública de um ato obsceno (“manifestação de
afetividade”) por homossexuais (art.
7°). Isso quer dizer que, enquanto você leva seus filhos para brincar na praça, dois homossexuais poderão se beijar livremente na frente de seus filhos e não poderão ser interpelados! Na mesma pena incorrerá a dona-de-casa que dispensar a babá que cuida de suas crianças após descobrir que ela é lésbica (art. 4°).

Se alguns de nós ousar pregar sobre Romanos capítulo 1 ou sobre as obras da carne listadas pelo apóstolo Paulo, a menção da palavra “homossexual” poderá colocar o pastor atrás das grades. Condenar o homossexualismo levará a pessoa a ser enquadrada no artigo 8°, (“ação [...] constrangedora [...] de ordem moral, ética, filosófica ou psicológica”). A punição para o reitor de um seminário que não admitir o ingresso de um
aluno homossexual está prevista para
3 a 5 anos de reclusão (art. 5°).

O projeto, aprovado na Câmara em 23/11/2006, agora está em tramitação no
Senado Federal. Mais especificamente, o projeto está para ser votado pela
Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH). A relatora, Senadora Fátima Cleide (PT/RO), deu parecer FAVORÁVEL à proposta em
7/3/2007.

O projeto está pronto para ser votado (e aprovado) a qualquer momento. Se convertido em lei (como tanto deseja o presidente da República), estará
instaurada no Brasil uma perseguição religiosa sem precedentes causada pela
tirania do homossexualismo. Lamentavelmente, os brasileiros, incluindo as
autoridades, não se despertaram para a gravidade da situação.

Bem. Eu fiz minha parte. Escrevi aos senadores gaúchos e aos senadores que se dizem cristãos, como Magno Malta e Crivella.

Faz tempo que se ouvem comentários de que a imprensa mundial está controlada pelo pessoal do terceiro sexo — o que se pode perceber em filmes, novelas e defesa dos gays em todo mundo. Nossos juristas estão dando plenos direitos para que casais de homossexuais adotem crianças e as criem como filhos. Agora, invertem-se os papéis: os pais são dois homens ou duas mulheres!

Sinal dos tempos? Sempre imagináramos — nós os pregadores que estamos no ministério há mais de quatro décadas — de que a perseguição à igreja se daria por regimes totalitários de esquerda ou de direita, como aconteceu ao longo da história e como ainda acontece em países totalitários como Cuba, China e Coréia do Norte. Estávamos enganados. A perseguição virá através de leis democráticas em regimes democráticos em que exerce mais influência quem mais se mobiliza. Como os crentes são divididos entre si, e os pastores cada um apenas cuida de seu feudo ou reino espiritual, o diabo se mobiliza para perseguir a igreja utilizando os meios legais, como a democracia.

Depois, não adianta chorar sobre o leite derramado. A lei deverá ser cumprida. E seremos obrigados a deixar os parques e praças, a televisão e os jornais para que eles, os homossexuais, usando dos direitos que têm, façam o que bem quiserem!

Mas, acaso não fomos nós, os milhões de crentes deste país que colocamos no Congresso os deputados e senadores que nos representam? E como nos representam bem! Amanhã, eles retornarão aos púlpitos acenando com benesses para serem reeleitos.

João Batista, o precursor de Cristo proclamaria “Raça de víboras”, e seria decapitado novamente!

Se você é cristão ou pregador do Evangelho, evite ler em público os textos de Romanos 1.18 a 27 e outros mencionados por Paulo: “Ou não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas... (1 Coríntios 6.9). “impuros, sodomitas, raptores de homens, mentirosos, perjuros e para tudo quanto se opõe à sã doutrina... (1 Timóteo 1.10).

Escrevi aos senadores que mandem aumentar o número de cadeias, porque seremos milhões de brasileiros dispostos a morrer para que a verdade continue sendo proclamada!

João A. de Souza Filho é pastor desde 1964 e reside em Porto Alegre com sua esposa. Tem dois filhos e três netos. Viaja por todo o país em conferências em todas as denominações. Sua igreja local é a Assembléia de Deus da cidade de Cachoeirinha na grande Porto Alegre.

PT exige que todos os políticos ligados ao PT apóiem o projeto anti-homofobia

Diretório nacional do PT exige que todos os políticos ligados ao PT apóiem o projeto anti-homofobia que, se transformado em lei, punirá os cristãos que mencionarem os versículos da Bíblia que dizem que o homossexualismo é pecado. O texto abaixo é de um site gay.
Henrique Afonso é evangélico e tem, de um modo ou de outro, se manifestado contra o projeto anti-homofobia. Falta-lhe agora ver que o PT é o pior lugar para um evangélico que quer falar da Palavra de Deus. A Bíblia mesmo diz para não jogarmos pérolas aos porcos. Os porcos não gostam do que a Palavra de Deus diz sobre o homossexualismo e sobre muitos outros pecados.
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PT adverte deputado contrário a direitos GLBT
O presidente nacional do PT, Ricardo Berzoini, e o secretário de Movimentos Populares do partido, Renato Simões, enviaram na segunda-feira, 9/4, ofício ao líder da bancada petista na Câmara, deputado Luis Sérgio, solicitando que esclareça ao deputado Henrique Afonso (PT-AC) as posições partidárias favoráveis os direitos dos gays, lésbicas, travestis, transexuais e bissexuais (GLBT).

Na carta, publicada na íntegra abaixo, os dirigentes do PT relatam o conjunto de posições partidárias de apoio à luta GLBT e solicitam ao líder da bancada que se empenhe no sentido de prestar esclarecimentos ao deputado Henrique Afonso para que haja plena sintonia entre sua ação como parlamentar e as diretrizes partidárias. Os dirigentes também colocam a Executiva Nacional do PT à disposição dos parlamentares da bancada federal para consolidar a necessária unidade de ação em torno das bandeiras dos direitos humanos e da comunidade GLBT.

A carta de Ricardo Berzoini e Renato Simões é uma resposta da executiva do PT à solicitação de providências feita pelo setorial nacional GLBTcom relação à atuação do deputado federal Henrique Afonso (PT-AC), que tem se posicionado contrariamente à aprovação do PLC 122/2006, que criminaliza a homofobia.


Em ofício à executiva do partido, o setorial GLBT do PT denunciou documento do deputado petista do Acre que trata o "homossexualismo" (sic) como um dos elementos de degradação da família. Além disso, o deputado é um dos líderes da "Frente em defesa da família", que tem se posicionado contrariamente a aprovação de leis que assegurem os direitos dos homossexuais, pois elas não teriam respaldo bíblico.


Para Julian Rodrigues, da coordenação nacional do setorial GLBT do PT, a carta de Berzoni e Simões é uma vitória de todos os que lutam pelos direitos humanos no partido. "A executiva do PT está de parabéns ao advertir o deputado Henrique Afonso. Afinal, o estatuto do Partido coloca como dever dos filiados combater todo os tipos de discriminação, e cita nominalmente a discriminação por orientação sexual", afirma Rodrigues. "É preciso deixar claro que as posições do Partido com relação aos direitos humanos e civis dos GLBT se referem à esfera pública, e estão, portanto, acima das convicções religiosas de cada militante, que são de foro íntimo", enfatiza Julian Rodrigues

Fonte: http://mixbrasil. uol.com.br/ mp/upload/ noticia/11_ 101_59145. shtml