quinta-feira, 22 de março de 2007

Igreja se entrega?

A Igreja Luterana Evangélica da Suécia anunciou que está pronta para realizar casamentos de casais homossexuais, sem distinção alguma do casamento que realiza há séculos para os casais heterossexuais.

Desde 2005 a Igreja sueca já vinha abençoando casais de gays e lésbicas, desde que eles tivessem antes registrado a parceria civil. Em 2005 também o governo sueco insituiu uma comissão para analisar a legalização do casamento entre pessoas do mesmo sexo, que deve entregar suas conclusões na próxima quarta-feira, 21/3, para a ministra da Justiça.

Existe uma expectativa amplamente favorável que Beatrice Ask deva se pronunciar pela criação de um casamento “sexualmente neutro” no país.

Na Suécia o casamento não é um ato civil como no Brasil, podendo ser realizado tanto por um juiz quanto por um padre ou pastor. No entanto, a modificação que deve acontecer na legislação do país referente ao casamento não pode obrigar as Igrejas a aceitarem realizar cerimônias entre pessoas do mesmo sexo.

A Igreja Luterana, a maior da Suécia, aceitou realizar as cerimônias ainda que use o termo "parceria para" casais homossexuais e "casamento" para os heterossexuais, mesmo que na prática seja a mesma coisa.

Fonte MixBrasil

segunda-feira, 19 de março de 2007

O que acontecerá se deixarmos o governo estabelecer leis contra a “homofobia”…

“Quando se decide estender os princípios de não discriminação a um comportamento que a religião da maioria da nossa sociedade condena, estamos embarcando numa trajetória que mais cedo ou mais tarde exigirá que o Estado policie, controle e castigue os adeptos dessa religião”. “Não há dúvida de que o Brasil está embarcando em políticas que empurrarão a liberdade de religião para as cavernas escuras do silêncio. A bandeira do arco-íris ameaça substituir o símbolo da cruz como importante expressão da cultura brasileira”. “A esquerda é estufa de projetos de aborto e homossexualismo. Não é de admirar então o grande aumento desses projetos no governo socialista de Lula”. Julio Severo

Alemanha, ONU e educação em casa: controle, perseguição e violência contra os inocentes

Julio Severo

Resumo: Quando as leis são manipuladas e pervertidas, os culpados são poupados do seu castigo merecido e quem sofre em seu lugar são os inocentes. Basta perguntar à Alemanha, à ONU e ao ECA.

Existe um governo mundial forte em ascensão. Esse governo vem dando ordens e avisos a muitos países, para que modifiquem suas políticas e leis para se adaptarem à nova ordem mundial. Esse novo governo mundial é a ONU.

A ONU orienta os países a eliminarem suas leis que proíbem a prostituição, possibilitando assim a sua legalização. A ONU pediu, e a Alemanha obedeceu.

A ONU também orienta os países a garantir ampla disponibilidade de creches para recém-nascidos e o estabelecimento de educação pré-escolar para criancinhas (outra forma de creche estatal). “Com relação à Alemanha, a ONU se mostrou insatisfeita com o fato de que por causa do cuidado de crianças pequenas, as esposas estavam tendo dificuldade de se dedicar a uma profissão fora do lar. Então revelou a necessidade de se criar creches para criancinhas de 0 a 3 anos”. A ONU repreendeu a Alemanha, e agora a Alemanha se apressa em atender: o governo alemão já está investindo em medidas para educar a população a ver as creches como a melhor solução para todas as crianças alemãs. Assim, se a ONU diz que bebês e criancinhas ficam melhor atolados em instituições do que criados e educados junto com a mãe, então é melhor obedecer. A palavra da ONU é sagrada na Alemanha.

Alemanha e ONU: parceiros inseparáveis no governo mundial

A Alemanha está tão afinada com a ONU que enquanto nos Estados Unidos grupos evangélicos pressionam para que o governo americano literalmente expulse a ONU de seu território, entre os alemães o sentimento é outro: o governo alemão tem deixado claro que gostaria que a sede da ONU fosse transferida para o território alemão. Algumas importantes repartições da ONU já se mudaram para a Alemanha.

A Alemanha gosta de controle — desde os tempos de Hitler. Na Europa, quem mais luta por controle, principalmente a partir de uma perspectiva esquerdista e humanista, é a Alemanha. A Alemanha quer uma Europa “unida e forte”, com seus cidadãos plenamente controlados pelo novo governo europeu. Até os ingleses, com todas as suas fraquezas, limitações e aberrações, estão muito atrás dos alemães, tentando defender uma Europa menos controlada e autoritária. A Inglaterra se sente impotente e fraca enquanto a Alemanha avança na Europa os interesses do novo governo mundial.

Os ingleses têm muito a perder. Na Inglaterra, apesar de seu governo esquerdista moralmente falido, os pais evangélicos que dão a seus filhos educação escolar em casa ainda são respeitados e legalmente protegidos. Os pais ingleses que crêem na orientação bíblica do livro de Provérbios sobre disciplina dos filhos também são ainda relativamente respeitados. Na Alemanha, o que é respeitado e legalmente protegido são os interesses do humanismo, são as políticas do governo mundial.

A Alemanha vem se destacando por sua postura inflexível e cruel para lidar com mais de 40 famílias evangélicas que dão aos filhos educação escolar em casa. É uma inflexibilidade inexplicável, pois no caso do Irã, que está fabricando armas nucleares e ameaçando exterminar Israel, a Alemanha pede calma e diálogo — onde, na verdade, deveria haver inflexibilidade e ações enérgicas e decisivas. O governo alemão procura ter a mesma atitude “democrática” com os grupos terroristas islâmicos que ameaçam destruir Israel.

Aliás, a Alemanha tenta se representar como um país tão democrático e tolerante (na visão da Besta do Apocalipse) que censurou os Estados Unidos por causa do suposto desrespeito aos “direitos humanos” de terroristas muçulmanos capturados pelo exército americano. O governo alemão vê com toda a naturalidade o prefeito de Berlim, que expõe publicamente sua homossexualidade e suas obsessões homossexuais. O governo alemão chegou até a colaborar quando um menino decidiu, por pressão de psicólogos, mudar de sexo. Não importa que os terroristas muçulmanos tenham matado muitas vítimas inocentes (inclusive mulheres e crianças), eles devem ser tratados com respeito e bondade. Não importa que o homossexualismo seja antinatural, o governo alemão vai respeitá-lo e permitir que meninos escolham esse comportamento.

Os muçulmanos devem estar gostando muito da bondade alemã, pois muitos deles estão se mudando para a Alemanha. Aliás, todos os muçulmanos responsáveis pelo ataque terrorista contra os Estados Unidos em 11 de setembro de 2001 haviam se mudado primeiro para a Alemanha. Com um prefeito abertamente homossexual em Berlim, a Alemanha se arrisca a ser um paraíso não só dos muçulmanos, mas também dos sodomitas.

Retrocesso em nome do progresso e da nova ordem mundial

Tal como a ONU, ou como a suástica (que prometia progresso, mas cujo próprio simbolismo era uma cruz pervertida com as pontas voltadas para trás), a Alemanha está progredindo em medidas que a estão fazendo voltar para trás. A Alemanha está se tornando uma suástica viva, não só pela deturpação dos conceitos cristãos de tolerância e respeito, mas também por seu grave retrocesso moral e espiritual.

Terroristas muçulmanos e viciados em homossexualismo têm direito ao respeito e proteção do governo alemão, mas famílias evangélicas que educam em casa não. O governo alemão quer calma e diálogo com violentos terroristas muçulmanos, mas vem agindo com violência, prendendo pais e mães evangélicos, tomando a custódia de seus filhos e pressionando com muitas ameaças e ações todo evangélico que considerar a educação escolar em casa. Uma mãe evangélica que foi presa aproveitou seu tempo de prisão para evangelizar as outras presas.

Em 2006, o Estado alemão foi duro e violento com uma família evangélica que educava os filhos em casa, ao fazer com que uma equipe de agentes policiais levasse à força as crianças para a escola estatal, tratando os inocentes como se fossem criminosos perigosos. Em 2006 também, outra família resolveu tirar a filha da escola e educá-la em casa. Por esse “crime”, o governo alemão enviou quase vinte agentes policiais ao lar a fim de conduzirem a menina, Melissa Busekros, à força para uma unidade psiquiátrica. Os pais indefesos não tiveram chance alguma diante do Monstro estatal.

Depois, o governo alemão transferiu Melissa para um local desconhecido, aos cuidados de psiquiatras, deixando a família sem nenhum contato com ela por quase um mês.

Os pais de Melissa receberam um importante apoio internacional. Joel Thornton, presidente do Grupo de Direitos Humanos Internacionais, está visitando a Alemanha especialmente para tentar ajudar a menina e seus pais diante do frio e duro governo alemão. Esse grupo, cujos advogados estão trabalhando no caso, recebeu uma carta, escrita a mão, de Melissa, onde ela mesma implora: “Quero pedir a ajuda de vocês, para obter meu direito de voltar à minha família, conforme é minha vontade”.[1]

Devido à pressão internacional, o tribunal alemão que está lidando com o caso dela resolveu finalmente dar aos pais o direito de visitá-la. No entanto, essas visitas só podem ocorrer uma vez por semana, limitando-se a breves conversas, que só podem ser feitas em edifício do governo. Há pouca esperança de o governo alemão ceder.

Provavelmente, os pais da menina poderiam ter mais chance se tivessem decidido educá-la nos ensinos do Alcorão. Aí o governo não usaria violência, mas haveria respeito e diálogo — até por que ninguém ousa fazer nada que possa irritar ou provocar a retaliação dos terríveis muçulmanos radicais, que têm uma vantagem inigualável e imbatível contra seus inimigos. Eles, entre todas as criaturas estranhas que habitam o planeta Terra, são os únicos seres humanos que em vez de mandarem bombons e flores de cortesia para persuadir e convencer, preferem usar outro meio de persuasão: eles enviam homens-bombas como resposta — as flores vêm depois, para o enterro!

Os cristãos têm um ponto fraco: nada do que o Monstro estatal possa fazer parece irritá-los, indigná-los ou incomodá-los. Absolutamente nada. Além disso, não há homens-bombas entre os cristãos. Talvez seja por isso que o Estado alemão se sinta tão a vontade para fazer com os cristãos fiéis à Palavra de Deus o que jamais nem pensaria em fazer com os muçulmanos. As autoridades alemãs, com toda a sua vasta inteligência, enxergam o óbvio: é muito mais seguro mexer com cristãos do que com muçulmanos.

Um Estado covarde sabe muito bem demonstrar força e violência para os que não representam nenhum ameaça e perigo, mas nem pensa em mostrar semelhante atitude para indivíduos de sangue frio com o Alcorão na mão ou para espécies humanas problemáticas politicamente protegidas.

Preconceito e controle

Se a educação escolar em casa fosse um movimento predominante entre os homossexuais, os meios de comunicação e a elite socialista se mobilizariam para combater qualquer mínima expressão estatal de contrariedade ao movimento. O clamor social, orquestrado pela manipulação esquerdista, se levantaria contra tal preconceito e discriminação. Só a infeliz minoria cristã conservadora é que sofre o repúdio dos grupos esquerdistas que defendem os direitos humanos de todos, até mesmo de bandidos e baratas. Todos são defendidos — menos os que estão excluídos da lista politicamente correta dos agraciados e protegidos. Por acaso, são os evangélicos conservadores que são as principais vítimas dessa exclusão.

Se a educação escolar em casa fosse um movimento predominante entre os muçulmanos, também haveria violência e inflexibilidade, mas não por parte do governo. Os muçulmanos jamais deixariam de reagir, com sua característica violência, a uma ação governamental contra um de seus movimentos. Por isso, o que o governo alemão menos quer é causar aborrecimentos à população muçulmana. Mas não tem medo e vergonha alguma de causar aborrecimentos e perseguições a uma minoria evangélica conservadora que insiste em ser fiel aos ensinos e valores da Palavra de Deus. O clamor social que se indigna contra o preconceito aos homossexuais e muçulmanos se cala quando os discriminados e oprimidos são cristãos vítimas de um estúpido autoritarismo estatal.

Esse autoritarismo anticristão é antigo. Em 1937, o ditador Adolf Hitler declarou: “As crianças de hoje sempre serão os adultos do futuro. Por esse motivo, colocamos diante de nós a tarefa de inocular nossas crianças com o espírito de sociabilização em idade bem nova, numa idade em que os seres humanos não foram ainda pervertidos e portanto estão ainda intactos. O governo nazista tem as crianças como sua base e está se construindo para o futuro nessa base. E o governo nazista não dará suas crianças a ninguém, mas assumirá o controle delas e dará a elas a própria educação e a própria criação do governo”.[1]

Os tempos mudaram e as declarações estatais mudaram a forma, porém o sentido, a ambição e a intenção em nada mudaram. Para forçar seu controle sobre a educação e as crianças, o moderno governo da Alemanha se utiliza de uma lei criada por Hitler. Essa lei foi feita especificamente para impedir que uma população predominantemente (e nominalmente) cristã tivesse a mínima chance de educar suas crianças em valores cristãos. Essa lei proíbe a educação escolar em casa na Alemanha desde o tempo do nazismo.

Hoje, o Estado não é tão descarado a ponto de exigir diretamente as crianças para si, como fez Hitler. Sua estratégia agora é defender “os melhores interesses” das crianças. Com essa bela camuflagem, o Estado age assim: se um menino quer estudar numa escola institucional, porém seus pais querem educá-lo em casa, o Estado intervém para proteger “os interesses” do menino. Se o menino quer estudar em casa, porém seus pais querem mandá-lo a uma escola institucional, o Estado intervém… para “apoiar os pais” ou, em outras palavras, para proteger suas próprias leis de direitos da criança! Se o menino quer estudar em casa e seus pais também querem essa educação para ele, a vontade do Estado não muda. O Estado protegerá suas leis de direitos da criança, quer o menino queira ou não, quer seus pais queiram ou não. É o Estado escondendo suas ambições de controle atrás de uma fachada esquizofrênica de defesa dos interesses das crianças. Essa “defesa” nada mais faz do que defender os próprios interesses estatais!

Por mais que as aparências possam enganar e esconder essa dura realidade, entre o Estado, pais e seus filhos, só um deles pode decidir livremente todos os direitos envolvendo a educação das crianças. Quando os pais querem dar aos filhos educação escolar em casa, o Estado prevalece. Quando as próprias crianças querem receber educação escolar em casa, o Estado prevalece. Quando o Estado exige que os pais mandem os filhos a uma escola institucional, o Estado também prevalece! Assim, as crianças aparentemente têm direitos. Os pais pensam que têm algum direito. Mas só o Estado julga quem tem o que — debaixo da proteção de suas próprias leis. Por que então o governo alemão deveria revogar a lei de educação de Hitler quando lhe serve tão bem em todos os seus propósitos com relação à educação?

O fato óbvio é que o Estado, assim como Hitler, bem entende a importância de se controlar as crianças e sua educação. É por isso que o governo da Alemanha não abre mão desse controle. A educação escolar em casa — na Alemanha, no Brasil ou outro lugar — sofre tanta oposição estatal e preconceito violento da esquerda simplesmente porque é um movimento predominante entre evangélicos que assumem o compromisso de transmitir a seus filhos os valores imutáveis e eternos da Palavra de Deus, sem a intromissão, contaminação e influência dos valores estatais.

Contudo, se a Alemanha é super-tolerante com terroristas muçulmanos e com o homossexualismo e a homossexualização de meninos, como explicar então sua extrema intolerância para com mais de 40 famílias evangélicas que educam em casa?

O sonho de Hitler: governo mundial

Hitler sonhava com um governo mundial com a Alemanha ocupando o papel central de liderança. Ele nunca poderia prever a forma estranha como seu sonho viria a se cumprir.

Se no passado, sob o domínio do nacional socialismo (nazismo), a Alemanha queria um governo mundial, hoje a Alemanha trabalha para um governo mundial, tendo uma posição cada vez mais influente na defesa, promoção e implementação das políticas da ONU. Assim, embora tudo tenha mudado, nada realmente mudou no final.

Em sua ânsia de se destacar no cenário da nova ordem internacional, a Alemanha está disposta a tudo para agradar o governo mundial, inclusive sacrificar os inocentes e poupar os culpados. Como fiel discípula do sinistro “evangelho” da ONU, a Alemanha está determinada a demonstrar bondade, misericórdia e delicadeza aos piores terroristas muçulmanos — algo bem parecido com o que ocorre no Brasil, onde o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) impõe tratamento especial e plena impunidade para grandes assassinos e estupradores menores de idade.

Por pura coincidência, tanto a Alemanha quanto o ECA — que são submissos à agenda da ONU — não permitem poupar nem ter misericórdia de famílias evangélicas que ousem violar o controle do Monstro estatal sobre as crianças e sobre a educação. A Alemanha e o ECA deixam claro que, no que se refere à educação escolar em casa, as famílias evangélicas e suas crianças não têm direito algum à educação e aos valores cristãos. Onde entra a influência da ONU, as leis se pervertem. Os criminosos reais ganham o direito de escapar impunes e quem é tratado e perseguido como se fosse de fato criminoso são os inocentes. É assim que funciona a democracia da Besta do Apocalipse.

A ONU, assim como o nazismo, o socialismo e todos os outros sistemas ditatoriais, quer a todo custo as crianças — mais precisamente, quer o controle total de sua educação. Para que esse controle seja mundial, a ONU criou a Convenção dos Direitos da Criança, documento legal que impõe aos países o dever de “proteger” as crianças. E cada vez mais se vê que essa proteção inclui protegê-las dos valores cristãos e expô-las exclusivamente aos valores estatais. No Brasil, o ECA foi criado especificamente para refletir a Convenção dos Direitos da Criança. Assim, o governo mundial não está presente apenas na Alemanha; está também no Brasil.

Como serva do governo mundial, a Alemanha não tem escolha a não ser impor sobre as famílias evangélicas o nova ordem mundial. As ações violentas e cruéis do Estado alemão contra mais de 40 famílias evangélicas que educam em casa são muito mais do que um mero comportamento estatal bárbaro e medieval. É um esforço consciente, junto com os burrocratas da ONU, de estabelecer um precedente para se proibir a educação escolar em casa no mundo inteiro. Com tal precedente, a violência estatal alemã contra a educação em casa será promovida como padrão pelas leis internacionais a serviço da ONU.

A Alemanha não só quer ser sede da ONU, mas também quer que suas próprias leis se inspirem nas diretrizes do governo mundial e ajudem a inspirar a nova ordem internacional. Grupos evangélicos nos Estados Unidos temem que legisladores esquerdistas e a própria ONU usem a proibição alemã à educação em casa como modelo para as outras nações. A Alemanha volta a se tornar o foco de preocupação para os cristãos no mundo inteiro.

A educação escolar em casa era uma ameaça ao nazismo, porque dá aos pais a liberdade e o controle sobre a educação, valores e comportamento de seus filhos. A educação escolar em casa é uma ameaça ao socialismo, porque dá aos pais a liberdade e o controle sobre a educação, valores e comportamento de seus filhos. A educação escolar em casa é uma ameaça ao governo mundial, porque dá aos pais a liberdade e o controle sobre a educação, valores e comportamento de seus filhos.

É por isso que Hitler proibiu totalmente a educação em casa na Alemanha. É por isso que o governo alemão até hoje mantém-se fiel a essa proibição nazista. Nessa proibição, nazistas, socialistas e burrocratas da ONU abraçam-se e apóiam-se no mesmo objetivo de estabelecer o total controle sobre a educação e valores de todas as crianças.

Quem foi que disse que a Besta do Apocalipse ainda não apareceu?

Fonte: www.juliosevero.com; www.juliosevero.com.br

Nota:

[1] http://www.wnd.com/news/article.asp?ARTICLE_ID=54463

Para mais informações sobre a situação na Alemanha, visite o Blog Escola em Casa.

[1] http://www.wnd.com/news/article.asp?ARTICLE_ID=54695

Leitura recomendada:

Governo Mundial

A Marca da Besta

Direitos das crianças: O que a ONU e o Estado fazem para controlar as famí­lias

O que está por trás da campanha estatal pelos direitos das crianças

O abuso estatal contra a ordem familiar

Paranóia alemã: crianças podem optar pelo homossexualismo, mas não podem optar por uma educação escolar cristã em casa


# posted by Julio Severo : 8:06 AM

Onde estão os espancadores e assassinos homossexuais?

Julio Severo

É bem fácil encontrar manchetes como “Gay Espancado” ou “Gay Assassinado”. Mas quem já viu manchetes como “Gay Espancador” ou “Gay Assassino”? Os dois casos existem, mas só um deles tem a preferência da imprensa esquerdista.

Travesti é assassinado. Gay é espancado. Esses são apenas um dos poucos títulos comuns nos meios de comunicação quando a notícia envolve homossexualismo e crime.

Aliás, quando um praticante do homossexualismo sofre agressão ou assassinato, o artigo que cuida do caso pode numa única página repetir a palavra homossexual pelo menos uma dúzia de vezes. O adjetivo homossexual, quando a vítima tem essa inclinação sexual, ganha destaque garantido. É o que impõe a cartilha gay, e a mídia a segue sem pestanejar.

Preconceito: vítimas gays são mais valorizadas do que as outras vítimas

Contudo, a imprensa evita mencionar um fator importante nas agressões e assassinatos de homossexuais. Indivíduos (sejam homossexuais ou não) que escolhem a vida dos bares, casas noturnas e outros ambientes de prostituição fácil correm mais perigo, onde a violência é uma ameaça a todos: prostitutas, clientes, homossexuais, etc. Ninguém é obrigado a ir a esses ambientes onde há agressões, espancamentos, brigas e assassinatos. Mas de todos os que sofrem violência nesses lugares, os que praticam o homossexualismo são alvo privilegiado da atenção dos holofotes da mídia esquerdista.

É claro que há também outros fatores de crime. O que não falta na sociedade brasileira é violência. É um dos produtos internos em que o Brasil tem mais abundância. É o PIB da criminalidade.

Outra fonte comum de crimes são as gangues. Uma gangue qualquer pode bater, agredir, estuprar e matar. Suas vítimas podem ser muitas. As autoridades reagem com seu habitual descaso. A imprensa trata como violência rotineira. Mas se, entre as suas muitas vítimas, a gangue por uma fatalidade do destino agredir um homossexual, o barulho começa: “Preconceito! Discriminação! Violência contra os homossexuais! Os homossexuais precisam de leis e proteção especial! Como compensação, eles merecem o direito de casamento e adoção de crianças!” A imprensa esquerdista, que é cutucada pelo ativismo gay, cutucará as autoridades até que haja mobilização e favorecimentos.

Belo recado, não? Todos podem sofrer, ser agredidos, estuprados e assassinados, sem direito a barulho e clamores de direitos humanos — menos os homossexuais. Só as vítimas homossexuais são úteis no perverso jogo político de obtenção de novos e estranhos direitos e privilégios. As vítimas homossexuais estão na moda. Pobres das outras vítimas, que pertencem a uma maioria que não aprendeu a explorar seus sofrimentos para obter ganhos políticos! Será então que todos terão de se converter ao homossexualismo para serem respeitados, valorizados e notados neste Brasil violento e pró-sodomia, onde não existe guerra, mas há mais mortes violentas por ano do que em muitos países em guerra?

Arriscamos a ter no Brasil um futuro negro onde as próprias gangues temerão os homossexuais, por causa dos muitos privilégios legais concedidos ao homossexualismo. Antes de atacarem um indíviduo, as gangues poderão se sentir obrigadas a perguntar se ele é homossexual. Se não for, o ataque prosseguirá normalmente. Assim, homens, mulheres e crianças não serão poupados. Nos meios criminosos, só os homossexuais terão isenção especial e é possível que, por desespero diante da total falta de segurança que reina no Brasil, a população precise se fazer de homossexual durante uma ação de criminosos.

A que ponto chegou o Brasil: Um governo que não consegue dar nenhuma segurança para milhões de homens, mulheres e crianças agora se compromete a dar segurança à minúscula população homossexual, por causa do intenso, enorme e insistente ativismo homossexual de direitos humanos. Algumas pessoas já devem estar babando de vontade de participar do movimento homossexual, só para ter as garantias civis de segurança que o Estado jamais consegue dar à vasta maioria da população.

50.000 versus 12

Quando espremem todos os dados criminais, os militantes gays conseguem com muito esforço e suor extrair uma dezena, ou pouco mais, de assassinatos de indivíduos envolvidos no homossexualismo. Se o número de gays assassinados chegasse a 50 mil por ano, suas reivindicações no Congresso Nacional provocariam um verdadeiro terremoto de mudanças, desde a aprovação de leis contra o preconceito e a homofobia até a instituição oficial do Dia do Orgulho Gay e o Dia Nacional Contra a Homofobia. Mas mesmo com apenas uma pequena dezena de casos, eles querem tal terremoto e já estão conseguindo a aprovação de muitas leis.

Não é verdade que 50 mil gays são assassinados por ano. Contudo, esses números são reais. Por ano, 50 mil brasileiros são vítimas da pena de morte imposta pelos criminosos. É um número elevado e vergonhoso para as autoridades encarregadas da segurança da população. Esse número comprova a escassez de segurança para a população em geral. O número infinitamente pequeno de homossexuais assassinados prova que a escassez de segurança ainda não os atingiu. Com a determinação do governo Lula de proteger esse comportamento, a segurança deles e de seu comportamento está praticamente garantida.

Uma dezena não chega nem de longe a 1 por cento de 50 mil. Se uma dezena de gays assassinados por ano se transforma magicamente em matéria-prima ideológica para avançar os interesses políticos dos militantes pró-homossexualismo, o que dizer então dos interesses da vasta e esmagadora maioria da população que sofre assassinatos? Por que selecionar para tratamento especial indivíduos envolvidos no homossexualismo quando as maiores vítimas da violência no Brasil não são os homossexuais, mas o restante da população?

Além disso, as notícias envolvendo o tema homossexual costumam ser cobertas de parcialidade. Se uma página de artigo pode repetir uma dezena de vezes o adjetivo homossexual quando a vítima de um crime vivia esse estilo de vida, o oposto é verdade quando o autor de um assassinato é homossexual. Nesse caso, é preciso usar uma lupa e ter experiência de detetive, pois no que depender do jornalismo esquerdista, pode-se encontrar tudo numa notícia sobre um assassino homossexual, menos o adjetivo homossexual.

Onde foi parar o adjetivo homossexual?

A repetição da palavra homossexual no artigo onde o homossexual é vítima tem como propósito deixar muito bem claro que os homossexuais são bons e inocentes, eternas vítimas de violência. A exclusão da palavra homossexual em notícias onde um assassino é homossexual tem como propósito proteger a imagem de conto de fadas onde o homossexual e o homossexualismo têm características angélicas e boas.

Precisa de exemplo? A revista Época de 26 de fevereiro de 2007 traz o artigo: “Ele sofreu terrivelmente”. Quem? Um homossexual vítima de heterossexual? Se fosse, não há a menor dúvida de que a palavra homossexual seria enfadonhamente repetida uma dúzia de vezes, conforme a praxe jornalística pró-homossexualismo.

O artigo conta o assassinato de um jovem brasileiro na Inglaterra. O texto não cita o adjetivo homossexual nem uma única vez. No entanto, é impossível esconder completamente a verdade. O jovem brasileiro foi espancado e esfaqueado. Os investigadores constataram que foi uma morte lenta e sofrida. A polícia britânica ficou chocada com o que viu. Repito: se fosse o caso de um homossexual morto por heterossexual por qualquer motivo, os ativistas gays da Inglaterra e do Brasil teriam nas mãos um prato cheio para fazer muito barulho e sensacionalismo: inocente vítima gay espancada e esfaqueada de modo covarde e brutal por heterossexual.

Sim, houve muita covardia e brutalidade. Houve tanta crueldade que os próprios investigadores ficaram assombrados — e os homens da polícia geralmente estão acostumados a ver cenas muito pesadas. O quadro horrendo do assassinato do brasileiro foi demais até para eles.

Assassinos homossexuais geralmente cometem crimes assombrosos. Lembra-se do canibal alemão, que matou e comeu sua vítima? Ele era… o que o jornalismo esquerdista não diz que ele era! Se pensou na palavra H, acertou em cheio. Talvez a imprensa esconda os fatos de propósito, num tipo de esconde-esconde, para que o próprio público possa usar a cabeça a fim de raciocinar e adivinhar o que não está sendo revelado na notícia. Pena que, no caso de homossexuais vítimas de assassinatos, eles nos poupem desse esconde-esconde.

Embora o artigo de Época se recuse terminantemente a revelar a identidade homossexual do assassino do jovem brasileiro, há provas claras de que o assassino praticava o homossexualismo. O assassino trabalhava “numa sauna gay. Além disso, ele estava foragido porque havia estrangulado a esposa. Ela a matou porque “ela se recusara a fazer sexo com ele e seu amante. Obviamente, era um amante homossexual, um homem com quem o assassino mantinha relações homossexuais, mas Época não se interessou em destacar ou mesmo usar o adjetivo homossexual, que estaria perfeitamente adequado ao caso. O que não é útil para os interesses dos militantes gays, também não é útil para os interesses do jornalismo esquerdista.

O comportamento da imprensa dá a entender que não existem espancadores e assassinos homossexuais. Mesmo quando a agressão homossexual é flagrante, os esquerdistas dão um jeito de culpar… a vítima!

Em outubro de 2001, Harry Hammond, um pastor inglês, foi surrado por uma gangue de homossexuais por carregar um cartaz incentivando os homossexuais a se arrepender. Ele, não os agressores homossexuais, foi condenado por incitamento à violência e perturbação da ordem pública. Ele foi multado em 550 dólares e obrigado a pagar 725 dólares em despesas legais. Os homossexuais que o agrediram fisicamente não receberam nenhum tipo de condenação, nem das autoridades, nem da imprensa.

Por que a imprensa não abre a boca contra os espancadores gays? Porque o esforço de dizer a verdade envolve um risco sério e potencialmente fatal. Se a imprensa resolver se desviar de sua parcialidade pró-homossexualismo e noticiar os casos de espancadores e assassinos homossexuais do mesmo jeito “objetivo” e “imparcial” que noticia os casos de gays espancados e assassinados, há o perigo de que se descubra que os casos de homossexuais perpetradores de violência podem existir em números muito maiores do que os casos de gays vítimas de violência. Esses números seriam devastadores para as ambições do movimento homossexual.

Perda do maior direito

Nem os militantes gays nem os esquerdistas controladores dos meios de comunicação querem que o público tenha acesso à verdade nua e crua. No caso dos ativistas gays, o motivo é óbvio. Se cada caso de gay espancado e assassinado é explorado e usado para a conquista de mais direitos na sociedade, por que não deveria haver perda de direitos com cada caso de espancador e assassino homossexual?

Para infelicidade dos que querem impor o homossexualismo como normal na sociedade, o maior veículo de comunicação durante vários milênios — a Palavra de Deus — declara que as práticas homossexuais não somente são repugnantes, mas também tiram de seus praticantes importantes direitos.

Embora os ativistas gays se mobilizem com muito ardil e intensidade para fazer conquistas legais, sociais e políticas para seu comportamento sexual, a Palavra de Deus deixa bem claro que os homens que insistirem em suas práticas homossexuais terão total perda de direitos na eternidade, inclusive exclusão do Reino de Deus. Deus diz:

“Não se deite com um homem como quem se deita com uma mulher; é repugnante”. (Levítico 18:22 NVI)

“Vocês não sabem que os perversos não herdarão o Reino de Deus? Não se deixem enganar: nem imorais, nem idólatras, nem adúlteros, nem homossexuais passivos ou ativos e, nem ladrões, nem avarentos, nem alcoólatras, nem caluniadores, nem trapaceiros herdarão o Reino de Deus”. (1 Coríntios 6:9-10 NVI)

Os radicais militantes gays podem então conquistar todos os direitos aqui na terra e mudar completamente a sociedade e suas leis, mas jamais conseguirão mudar Deus e suas leis. A sentença divina já foi dada, há muito tempo. Largue o pecado, ou perca o maior de todos os direitos.

É claro, nem todos os homens que vivem no homossexualismo são espancados ou assassinados. Nem todos são também espancadores ou assassinos. Mas todos os homens que se recusam a abandonar as práticas homossexuais serão perdedores do maior e melhor direito que só podem ter aqueles que se entregam a Jesus Cristo e abandonam seus pecados: o direito inigualável de entrar no Reino de Deus e viver eternamente em amor, paz, segurança, felicidade e a companhia alegre de Deus e seus anjos.

Vale então a pena viver agarrado ao pecado (seja adultério, roubo, homossexualidade, etc.) quando a perda final envolve um direito tão grande e maravilhoso?

A dura verdade…

Se os grupos de militantes gays querem lembrar à sociedade que por ano uma dezena de homossexuais é vítima de assassinatos no Brasil, precisamos lembrar a eles que por ano a sociedade inteira é vítima não de uma dezena, mas de 50 mil assassinatos. Temos infinitamente mais motivos para chorar, reclamar e reivindicar do que eles.

Se eles insistirem em seus números, então por que não cobrar-lhes o papel do homossexualismo nos crimes violentos? É mera coincidência que os 10 maiores assassinos dos Estados Unidos tenham o homossexualismo como característica comum de comportamento?[1] Por que no Brasil também não coletamos os números da violência cometida por agressores homossexuais?

Temos hoje no Brasil muitas notícias sobre homossexualismo e crime, porém se a sociedade tem de ser pressionada a se preocupar com uma dezena de homossexuais mortos por ano, então por que também não lhe dar o justo direito de conhecer quantos homens, mulheres e crianças são assassinados por homossexuais?

Um jornalismo verdadeiramente justo e imparcial não teria dificuldade alguma de tratar dessa questão.

Fonte: www.juliosevero.com; www.juliosevero.com.br

[1] Essa informação encontra-se num capítulo inteiro do meu livro O Movimento Homossexual, publicado pela Editora Betânia.

Leitura recomendada:

O uso e abuso gay da palavra preconceito

Alerta de Julio Severo

Prezados amigos

Meu nome é Julio Severo. Sou autor do livro O Movimento Homossexual (publicado pela Editora Betânia: http://juliosevero.blogspot.com/2005/12/conscientizao-crist.html) e numerosíssimos artigos e também editor de um blog muito conhecido na Internet que pode ser acessado no seguinte endereço:

www.juliosevero.com.br

Ou

www.juliosevero.com

Venho alertar o povo brasileiro e meus irmãos de fé a respeito de um projeto que está tramitando no Congresso Nacional na mais impressionante surdina e que irá ter conseqüências gravíssimas não somente na vida de todo o nosso povo — em especial para todos os pais, quaisquer que sejam suas convicções, que zelam pela educação de seus filhos com base em princípios sadios — mas também para todas as igrejas cristãs de qualquer denominação, incluindo a Igreja Católica.

O SENADO FEDERAL ESTARÁ APROVANDO LEI DE CRIMINALIZAÇÃO DA HOMOFOBIA CONTRA AS CONVICÇÕES CRISTÃS AINDA NESTA SEMANA.

VAMOS GRITAR CONTRA ESTE ATO, ENVIAR EMAILS PARA O SENADO, TELEFONAR E ENVIAR FAXES PARA OS SENADORES.

OS TELEFONES, FAXES E EMAILS DOS SENADORES ESTÃO NO FINAL DA MENSAGEM.

DIVULGUEM!

ACORDEM ANTES QUE SEJA TARDE!

Em 23/11/2006 foi aprovado no Plenário da Câmara Federal o Projeto de Lei nº 5003/2001. A convocação para a votação foi feita, como costuma acontecer com estes projetos potencialmente polêmicos, com pouquíssima antecedência de modo que a maioria dos parlamentares que votariam contra o projeto não tomaram conhecimento da votação marcada.

A PROPOSTA PRETENDE PUNIR COMO CRIME QUALQUER TIPO DE REPROVAÇÃO AO HOMOSSEXUALISMO.

O projeto agora está para ser aprovado pelo Senado talvez ainda nesta semana sob o número PLC 122/2006. Mais especificamente, o projeto está para ser votado pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH). A relatora, Senadora Fátima Cleide (PT/RO), deu parecer FAVORÁVEL à proposta em 7/3/2007. O projeto está pronto para a pauta e poderá ser votado (e aprovado) a qualquer momento.

O Dr. Zenóbio Fonseca assim comentou esse projeto:

O mencionado projeto de lei altera a Lei Federal nº 7.716/89, que trata de crimes de preconceito de raça ou de cor, e altera também o Código Penal Brasileiro (Decreto-Lei nº 2.848/1940) e a Consolidação das Leis do Trabalho - CLT (Decreto Lei nº 5.4252/1943), introduzindo novos tipos penais referentes à discriminação ou preconceito de gênero, sexo, orientação sexual e identidade de gênero.

O que temos de tão importante nesse assunto que possa chamar a atenção dos cristãos no Brasil? Os cristãos são contra exclusão de pessoas, e o Cristianismo ensinado pelas Sagradas Escrituras nos mostra o amor e o compromisso com os valores bíblicos como meta que temos de perseguir. No entanto, o projeto pretende incriminar qualquer pessoa física ou jurídica (igreja) que de alguma forma não aceite que o comportamento homossexual ou a orientação sexual seja uma prática ou padrão social aceitável em qualquer lugar público ou privado.

Para melhor compreensão do assunto que estamos tratando, citamos o que vem proposto no art. 7 do projeto de lei:

Art. 7º A Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989, passa a vigorar acrescida dos seguintes art. 8º-A e 8º-B:

“Art. 8º-A Impedir ou restringir a expressão e a manifestação de afetividade em locais públicos ou privados abertos ao público, em virtude das características previstas no art. 1º desta Lei: Pena: reclusão de 2 (dois) a 5 (cinco) anos”.

“Art. 8º-B Proibir a livre expressão e manifestação de afetividade do cidadão homossexual, bissexual ou transgênero, sendo estas expressões e manifestações permitidas aos demais cidadãos ou cidadãs: Pena: reclusão de 2 (dois) a 5 (cinco) anos”.

Para entendermos a questão e suas conseqüências legais e religiosas, usamos um simples exemplo argumentativo: um cidadão comum que tem seu filho matriculado em uma escola ou creche pública, onde lhe é ensinado sobre a livre escolha sexual, orientação sexual, casamento e adoção para pessoas de mesmo sexo. Além disso, a criança é exposta à tendência atual de se divulgar que o comportamento homossexual é algo que nasce com o ser humano. Nesse ponto, o pai ou mãe ristão, ao saber que tais valores são ensinados obrigatoriamente na grade escolar de seu filho, se posiciona contra esses ensinamentos, por causa dos valores da Bíblia. A direção do colégio, o professor ou o Conselho Tutelar poderá denunciar os pais por discriminação de orientação sexual, com pena de até 5 anos de prisão.

Aprovada a nova lei, o homossexualismo deixará de ser um vício para ser um mérito. E quem ousar criticar tal conduta, será tratado como criminoso. Os primeiros a sofrerem perseguição serão os cristãos. Vejamos alguns exemplos:

— A PROPOSTA PRETENDE PUNIR COM 2 A 5 ANOS DE RECLUSÃO AQUELE QUE OUSAR PROIBIR OU IMPEDIR A PRÁTICA PÚBLICA DE UM ATO OBSCENO (“MANIFESTAÇÃO DE AFETIVIDADE”) POR HOMOSSEXUAIS (ART. 7°).

— NA MESMA PENA INCORRERÁ A DONA-DE-CASA QUE DISPENSAR A BABÁ QUE CUIDA DE SUAS CRIANÇAS APÓS DESCOBRIR QUE ELA É LÉSBICA (ART. 4°).

— A CONDUTA DE UM PASTOR OU PADRE QUE, EM UM CULTO OU MISSA, CONDENAR O HOMOSSEXUALISMO PODERÁ SER ENQUADRADA NO ARTIGO 7° DO PROJETO ONDE SE DIZ:

“Art. 7º. A Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989, passa a vigorar acrescida do seguinte: “...restringir a expressão e a manifestação de afetividade em locais públicos ou privados abertos ao público, em virtude das características previstas no art. 1º desta Lei (discriminação ou preconceito de gênero, sexo, orientação sexual e identidade de gênero). Pena: reclusão de 2 (dois) a 5 (cinco) anos”.

— A PUNIÇÃO PARA O REITOR DE UM SEMINÁRIO QUE NÃO ADMITIR O INGRESSO DE UM ALUNO HOMOSSEXUAL ESTÁ PREVISTA PARA 3 A 5 ANOS DE RECLUSÃO, ENQUADRANDO NO ARTIGO 5º DO PROJETO:

“Art. 5º. O art. 6º da Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989, passa a vigorar com a seguinte redação: ‘Recusar, negar, impedir, preterir, prejudicar, retardar ou excluir, em qualquer sistema de seleção educacional, recrutamento ou promoção funcional ou profissional: Pena - reclusão de 3 (três) a 5 (cinco) anos’”.

Se convertido em lei (como tanto deseja o presidente da República), estará instaurada no Brasil uma perseguição religiosa sem precedentes causada pela tirania do movimento homossexual. Lamentavelmente, os brasileiros, inclusive as autoridades, não despertaram para a gravidade da situação.

A postura pró-homossexualismo do governo do Brasil não é novidade, pois em 2003 diplomatas brasileiros introduziram resolução idêntica na Comissão de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidades (ONU). A resolução foi derrotada pela oposição dos países islâmicos.

http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2004/02/274038.shtml

Além disso, o Brasil é autor de uma nova resolução, agora na Comissão de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos (OEA), onde introduz a orientação sexual e os seus desdobramentos como princípio universal da dignidade da pessoa humana tornando todos os países membros obrigados a aceitar tal valor, por causa dessa resolução, que ao ser aprovada terá força de lei interna nos países signatários.

http://www.adital.com.br/site/noticia.asp?lang=PT&cod=20657

A pior das ameaças desse projeto de lei é que ele atingirá qualquer pessoa cristã que expressar opinião contrária à livre expressão da orientação sexual e os seus valores, que têm sido institucionalizado como programas de Governo [http://www.pt.org.br/site/noticias/noticias_int.asp?cod=45269], políticas dirigidas à população GLBT [http://www.planalto.gov.br/seppir/clipping/set2006/MixBrasil_1809.pdf] e no programa federal Brasil Sem Homofobia, através do Ministério da Cultura, Educação, Saúde e Secretária Nacional de Direitos Humanos [http://www.mj.gov.br/sedh/documentos/004_1_3.pdf].

Tais fatos aqui mencionados não são novidades em alguns países que já possuem semelhantes leis em vigor, onde os cristãos e as igrejas começam a sofrer o grave impacto de sua liberdade de expressão e fé, quando em confronto com o homossexualismo.

Na Inglaterra, o primeiro-ministro britânico Tony Blair afirmou categoricamente que as igrejas terão de aceitar as leis contra discriminação por orientação sexual, o casamento de pessoas de mesmo sexo e a adoção de menores por “casais” homossexuais. [http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/estatico/gnews/gnews_noticia_19122.htm; http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/estatico/gnews/gnews_noticia_19094.htm]

No Estado americano de Nova Jérsei, os prefeitos e juízes foram alertados sobre a possibilidade de serem processados se se recusarem a aplicar leis anti-discriminação pró-homossexualismo, sob pena de multa de 10 mil dólares.

http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/estatico/gnews/gnews_noticia_19031.htm

Na Pensilvânia, duas avós, uma de 75 anos e outra de 70 anos, juntamente com 9 evangélicos foram presos por falarem de Jesus em uma calçada pública. A lei contra ódio e discriminação foi à base das prisões. Os pastores locais estão buscando a contratação de seguro para se protegerem dos processos da lei.

http://www.wnd.com/news/article.asp?ARTICLE_ID=54125

Vê-se que nos países em que já existem leis anti-discriminação, posteriormente a sua regulamentação tornou-se mais rígida e ampla. É importante apresentar esse breve panorama mundial para trazer à reflexão dos cristãos o que poderá acontecer no Brasil, se houver a aprovação do projeto de Lei nº 5003/2001.

A REDAÇÃO FINAL DO PROJETO DE LEI Nº 5.003-B/2001, TAL COMO FOI APROVADO NA CÂMARA PODE SER ENCONTRADA NO ENDEREÇO:

http://www.camara.gov.br/sileg/MostrarIntegra.asp?CodTeor=429491

A TRAMITAÇÃO DO PROJETO, DESDE QUE ELE PASSOU DA CÂMARA PARA O SENADO, PODE SER ACOMPANHADA NO SEGUINTE ENDEREÇO:

http://www.senado.gov.br/sf/atividade/Materia/detalhes.asp?p_cod_mate=79604

Júlio Severo

Nota: Parte da mensagem acima se baseou no excelente artigo A Criminalização da Homofobia no Brasil e as Igrejas Cristãs, escrito pelo Dr. Zenóbio Fonseca. O artigo encontra-se no meu blog, com a devida permissão do autor. Quem quiser lê-lo, basta clicar aqui:

http://juliosevero.blogspot.com/2007/02/criminalizao-da-homofobia-no-brasil-e.html

E-MAILS DOS SENADORES BRASILEIROS

adelmir.santana@senador.gov.br; alfredon@senador.gov.br; almeida.lima@senador.gov.br; mercadante@senador.gov.br; alvarodias@senador.gov.br; acm@senador.gov.br; antval@senador.gov.br; arthur.virgilio@senador.gov.br; augusto.botelho@senador.gov.br; cesarborges@senador.gov.br; cicero.lucena@senador.gov.br; cristovam@senador.gov.br;

delcidio.amaral@senador.gov.br; demostenes.torres@senador.gov.br; edison.lobao@senador.gov.br; eduardo.azeredo@senador.gov.br; eduardo.suplicy@senador.gov.br; efraim.morais@senador.gov.br; eliseuresende@senador.gov.br; ecafeteira@senador.gov.br; expedito.junior@senador.gov.br;

fatima.cleide@senadora.gov.br; fernando.collor@senador.gov.br; flavioarns@senador.gov.br; flexaribeiro@senador.gov.br;
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jarbas.vasconcelos@senador.gov.br; jayme.campos@senador.gov.br; jefperes@senador.gov.br; joaodurval@senador.gov.br; joaoribeiro@senador.gov.br; jtenorio@senador.gov.br; j.v.claudino@senador.gov.br; joaquim.roriz@senador.gov.br; jonaspinheiro@senador.gov.br; jose.agripino@senador.gov.br; jose.maranhao@senador.gov.br; josenery@senador.gov.br;
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TELEFONES DOS SENADORES TITULARES DA COMISSÃO DE DIREITOS HUMANOS E LEGISLAÇÃO PARTICIPATIVA


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Antes de ser votada no Plenário do Senado, o projeto será votado provavelmente ainda esta semana na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado

ARTHUR VIRGÍLIO (PSDB - AM)

Tel.: (61) 3311-1413/1301 Fax: (61) 3311-1659

CÍCERO LUCENA (PSDB - PB)

Tel.: (61) 3311.5800 5808 Fax: 61) 3311.5809

CRISTOVAM BUARQUE (PDT - DF)

Tel.: (61) 3311-2281 Fax: (61) 3311-2874

DEMOSTENES TORRES (PFL - GO)

Tel.: (61) 3311-2091 a 2099 Fax: (61) 3311-2964

FÁTIMA CLEIDE (PT - RO)

Tel.: (61) 3311-2391 a 2397 Fax: (61) 3311-1882

FLÁVIO ARNS (PT - PR)

Tel.: (61) 3311-2402 a 2405 Fax: (61) 3311-1935

GERALDO MESQUITA JÚNIOR (PMDB - AC)

Tel.: (61) 3311-1078/1278/1279 Fax: (61) 3311-3029

GILVAM BORGES (PMDB - AP)

Tel.: (61) 3311-1717 1719 1720 Fax: (61) 3311-1723

INÁCIO ARRUDA (PC DO B - CE)

Tel.: (61)3311-5791 / (61)3311-5793 Fax: (61)3311-5798

JONAS PINHEIRO (PFL - MT)

Tel.: (61) 3311-2271/2272 Fax: (61) 3311-1647

JOSÉ NERY (PSOL - PA)

Tel.: (61) 3311-2104 Fax: (61) 3311-1635

LEOMAR QUINTANILHA (PMDB - TO)

Tel.: (61) 3311-2073 a 2078 Fax: (61) 3311-1773

PAPALÉO PAES (PSDB - AP)

Tel.: (61) 3311-3253/3258/3262/3277 Fax: (61) 3311-3293

PATRÍCIA SABOYA GOMES (PSB - CE)

Tel.: (61) 3311-2301/2302 Fax: (61) 3311-2865

PAULO DUQUE (PMDB - RJ) Tel.: 61-3311.2431 a 2437 Fax: 61-3311.2736

PAULO PAIM (PT - RS)

Tel.: (61) 3311-5227/5232 Fax: (61) 3311-5235

ROMEU TUMA (PFL - SP)

Tel.: (61) 3311-2051/2057 Fax: (61) 3311-2743

WELLINGTON SALGADO DE OLIVEIRA (PMDB - MG)

Tel.: (61) 3311-2244/2245 Fax: (61) 3311-1830


# posted by Julio Severo : 2:31 PM

Juiz cristão perde o emprego porque se recusou a entregar crianças em adoção a homossexuais

Julio Severo

Em 2005 a Inglaterra aprovou a Lei de Parceria Civil, dando aos que escolheram o comportamento homossexual o direito legal de se casarem e adotarem crianças. Compreendendo que colocar uma criança nas mãos de dois homossexuais poderia representar perigo para a criança, o Juiz Andrew McClintock solicitou dispensa de casos que envolvessem adoção por casais homossexuais. O motivo de sua solicitação era que entregar uma criança a homossexuais contradizia suas convicções cristãs.

Quando as autoridades recusaram-se a lhe dar a dispensa, ele deixou seu posto de magistrado, onde trabalhou durante 18 anos, e entrou com processo por discriminação religiosa.

Os advogados de McClintock tentaram mostrar que as leis que garantem liberdade religiosa permitiam a McClintock se isentar de casos que estavam em conflito com suas opiniões cristãs.

Contudo, o tribunal chegou à decisão de que McClintock não sofreu discriminação religiosa e que ele não tem o direito de solicitar dispensa de casos envolvendo adoção de crianças e homossexuais que querem adotar. A decisão, que se baseou na nova lei de orientação sexual aprovada na Inglaterra em 2003, declara: “Se um juiz pessoalmente tem opiniões particulares sobre algum assunto, ele ou ela deve se esquecer dessas opiniões ao aplicar as leis do país de modo imparcial”.

Comentando a decisão, o grupo homossexual inglês Stonewall declarou: “Não estamos surpresos que a decisão do tribunal tenha deixado claro que as pessoas em empregos públicos não podem pegar e escolher quais leis acatar. Embora sem desrespeitar as opiniões religiosas particulares de ninguém, todas as personalidades públicas têm de trabalhar dentro da lei e nesses casos nos melhores interesses das crianças envolvidas”.

Embora o grupo Stonewall tenha recebido a decisão de forma calma e “democrática”, sempre que os tribunais não decidem conforme a ideologia homossexual, os ativistas gays costumam reagir com todos os tipos de atitude — menos calma. A agressividade dos protestos e reivindicações do movimento homossexual são muito bem conhecidas. Se a decisão do tribunal tivesse respeitado as convicções do juiz cristão, Stonewall e muitos outros grupos começariam a gritar de revolta e indignação. Quando as leis lhes favorecem, eles as louvam e obedecem. Quando não favorecem, eles simplesmente as repudiam e lutam para mudá-las.

Os ativistas gays não são como os cristãos. Quando uma lei oprime e discrimina a ética cristã, muitos cristãos se resignam e abstêm-se de agir. Quando uma lei não está de acordo com a ideologia homossexual, os militantes gays se unem para derrubá-la custe o que custar. Assim, os militantes das trevas se mostram muito mais espertos, empenhados e unidos em defender seus próprios interesses do que os “militantes” da luz, que mal sabem militar e mal levantam um dedo quando as trevas ameaçam engolfar os cristãos e seus valores.

Com o movimento homossexual em ação, os cristãos estão começando cada vez mais a perceber que terão de se calar, sofrer perseguição — ou então se unirem e lutarem. Os militantes gays não descansarão até verem a última lei modificada a favor de seu comportamento.

Andrea Williams, da Sociedade dos Advogados Cristãos, lamentou a decisão que invalidou a postura ética cristã de McClintock: “Esse caso é um quadro claro de como a fé cristã está se tornando privatizada na sociedade. É ainda outro exemplo da repressão da consciência cristã e sinaliza a prevalência de uma ‘nova moralidade’ secular e a erosão dos valores cristãos às custas do bem-estar de nossas crianças”.

Além de obrigar os juizes a entregar crianças em adoção aos homossexuais, a lei de orientação sexual também obriga as escolas inglesas a ensinar o homossexualismo como comportamento igual ao sexo normal.

O que está acontecendo na Inglaterra é um exemplo para o Brasil. As leis de parceria civil, orientação sexual, preconceito sexual e outras leis de favorecimento ao homossexualismo acabam invariavelmente se transformando em grave ameaça à liberdade religiosa dos cristãos.

Se as igrejas cristãs do Brasil continuarem dormindo, poderão algum dia acordar amordaçadas e acorrentadas pelos tribunais da terrível Inquisição Gay.

O tempo de acordar é agora.

O tempo de agir contra leis de parceria civil, orientação sexual e preconceito sexual é agora.

Se os cristãos não fortalecerem as leis contra as práticas homossexuais, inclusive a pederastia (sexo entre homens e meninos), os militantes homossexuais fortalecerão as leis contra os cristãos — até mesmo proibindo o mero ato de citar os versículos da Bíblia que condenam o homossexualismo.

Fonte: www.juliosevero.com.br; www.juliosevero.com

Leitura recomendada:

A Bíblia e o homossexualismo